segunda-feira, 1 de outubro de 2007

Tecnologias reforçam o impulso de compra dos usuários


Consumidor em uma loja Starbucks em Manhattan ouve seu iPod enquanto surfa na web

Gostou daquela canção que você ouviu na Starbucks mas não pode esperar até chegar em casa e ligar o computador para baixá-la? A partir desta terça-feira, em determinadas lojas Starbucks, qualquer pessoa que tenha o software iTunes instalado em um laptop ou em seu iPhone poderá baixar as canções que esteja ouvindo diretamente para esses aparelhos, por 99 centavos de dólar, um preço baixo, alega a Starbucks, pela satisfação de uma necessidade imediata.
"Para o consumidor, é gratificação instantânea", disse Ken Lombard, presidente da Starbucks Entertainment. "Você ouve a canção, pode identificar do que se trata e baixá-la para seu aparelho".

E isso é apenas o começo. As empresas vêm empregando novas tecnologias para reforçar o impulso de compra dos consumidores, de modo que eles possam ceder à tentação e comprar sempre que desejem, onde quer que estejam, antes que a vontade passe.

A Amazon.com foi a pioneira do sistema de comprar com um clique, para acelerar o processo de compra, quer de computadores domésticos quer dos computadores da empresa onde a pessoa trabalhe. Mas o desenvolvimento de aparelhos de maior capacidade, acoplado ao de mecanismos de pagamento para máquinas móveis, está permitindo que as pessoas adquiram não apenas mídia ¿ como música, vídeos e ring tones para seus celulares - mas também produtos concretos, onde quer que estejam.

Essa evolução acompanha a popularização dos cartões de crédito, presente e reposição, que permitem que os compradores movimentem contas e façam pagamentos sem usar dinheiro. Os pagamentos realizados com essa espécie de cartão superam os pagamentos feitos em dinheiro e com cheques, de acordo com o Nilson Report, boletim setorial, que se baseia em dados do Departamento do Comércio.

As operadoras de cartões de crédito, em especial, estão experimentando maneiras de transformar o celular em um veículo para aquisições via cartão e de oferecer incentivos, como cupons de desconto, para compras feitas por meio de aparelhos móveis. A Visa, por exemplo, está desenvolvimento uma tecnologia que permitirá que pessoas acenem com seus celulares diante de um leitor para pagar por produtos de preço inferior a US$ 25, sem assinatura. (Passar o cartão por um leitor, inovação adotada anos atrás, parece ser um obstáculo muito grande.)

A idéia é que não haja espera, passagem pelo caixa ou qualquer outra barreira ao consumo, além dos valores de débito que surgirão nas faturas dos cartões ou na conta do celular. E é quanto a esse ponto, bem como quanto aos desafios referentes à segurança e modelos de negócios, que existe dificuldade.

A tecnologia de pagamentos móveis pode criar uma experiência de compra mais insensível e sedutora, disse James Katz, diretor do Centro de Estudo de Comunicações Móveis da Universidade Rutgers.

"Quanto mais as pessoas pensam sobre uma decisão de compra, mais incerteza elas sentem", ele afirma. "Por um lado, você está ajudando a criar uma fonte de prazer para o consumidor, e permitindo que ele desfrute desse prazer", diz. "Por outro, surge a sensação de que as empresas estão explorando nossas almas materialistas".

Por enquanto, o novo serviço da Starbucks terá capacidade limitada de exploração. O conceito estás sendo introduzido em cerca de 600 lojas, apenas em Nova York e Seattle, embora a Starbucks, sediada em Seattle, e a Apple, sediada na Califórnia planejem começar a oferecer o serviço em outras grandes cidades norte-americanas este ano e ao longo de 2008.

Japão quer desenvolver Internet óptica ultra-rápida

Um grupo de pesquisa será montado no Japão para desenvolver tecnologia óptica para substituir o Internet Protocol (IP) como padrão global de comunicação. A equipe será estabelecida em novembro pelo Instituto Nacional de Informação e Tecnologia da Comunicação e empresas privadas.

» Internet via rede elétrica é mostrada no fisl 8.0

O objetivo é desenvolver e comercializar até 2015 uma rede que pode transferir 10 gigabits por segundo, 10 vezes mais rápido que a rede de próxima geração, que será lançada no Japão no final deste ano.

O grupo vai ser composto de empresas como a Nippon Telegraph & Telephone Corp., Fujitsu, KDDI, Hitachi, Toshiba e NEC. Serão gastos mais de 30 bilhões de ienes, cerca de US$ 260 milhões, no projeto de pesquisa durante os próximos cinco anos. Projetos semelhantes já estão em desenvolvimento nos Estados Unidos e Europa.

A rede óptica permitiria o acesso simultâneo de até 100 bilhões de dispositivos e ainda assim ter uma velocidade extremamente rápida. Tais características são importantes em um futuro onde não apenas computadores e telefones terão conexões, mas também câmeras de segurança, sensores médicos e uma grande quantidade de outros aparelhos eletrônicos.

A nova tecnologia também permitiria conexão sem fio, estável e de alta velocidade até em trens-bala.

a Caça aos cabos

Há quem diga que você é um louco, ou um desorganizado, mais quando você tem um pouquinho a mais de aparelhos em sua casa a coisa começa a piorar, TV dvd´s impressora aparelho de som, computador monitor e por aí vai... na soma total começa a surgeir a parafernália de cabos, ao todo isso vai ficando cada dia mais sério, outro dia tive que desliigar o meu computador e depois como liga aquilo denovo, foi horas e mais horas, mesmo com a tecnologia Bluetooth ficaremos a mercê dos cabos.
Li isso no blog de informática achei interessante para complementar esta matéria:
Caça aos cabos


As portas USB poderão em breve ser substituídas por uma nova geração, baseada em conexão sem fio.

Durante o IDF, executivos da Intel falaram sobre projetos que já vêm sendo desenvolvidos com a indústria para lançar aparelhos que se conectam por USB wireless.

Batizada de UWB, sigla para ultra wideband, a tecnologia serve para sincronizar portáteis –como tocadores, câmeras e discos rígidos sem fio-- com o computador e enviar documentos para a impressora, criando uma alternativa ao Wi-Fi e ao Bluetooth.

Com alcance restrito, a UWB foi criada para funcionar em ambientes pequenos, mas oferece bons padrões de velocidade.

Para um alcance de dois metros, chega a 480 Mbps; para um de dez metros, 100 Mbps. A banda que usa para operar fica entre 3,1 GHz e 10 GHz.

Segundo executivos, a UWB pode conviver perfeitamente com o Wi-Fi e o Bluetooth, mas, dependendo do caso, pode entrar em conflito com o WiMax, que usa uma freqüência mais próxima, entre 3,3 GHz e 3,9 GHz.

Já existem ao menos seis aparelhos dotados de UWB sendo desenvolvidos. Microsoft, Philips, Realtek e Alereon estão entre as empresas que se aliaram à Intel no desenvolvimento do novo padrão.

O uso parece realmente fácil: esqueça os plugues; basta emparelhar os equipamentos para que eles comecem a trocar dados automaticamente.

A dúvida é como o USB sem fio pode funcionar quando o assunto é servir para recarregar a bateria dos portáteis. Haverá uma energia elétrica wireless a caminho?

Padrão que enlouquece



Quando comecei a escrever sobre informática, lá na década de 1980, a discussão sobre padrões já era avançada, acalorada e, para o público, com sem resultados adequados.

O modelo IBM PC parecia a salvação da lavoura, mas a indústria e os usuários se perdiam em outros emaranhados, tal como nós hoje em dia: programa de comunicação de diferentes empresas que não falavam entre si, equipamentos que deviam conversar e não conversavam, plugues que não se encaixavam em tomadas e assim por diante.

O mundo gira, a transportadora roda, e as coisas continuam como sempre, em verdadeiro atentado à praticidade e á economia.

Hoje, a porta USB é praticamente padrão universal de comunicação entre eletrônicos; praticamente, pois há a miniUSB, a USB mais fininha, a mais grossinha e por aí vai.

Pode parecer coisa pouca, mas contabilize na sua casa a quantidade de fios, conectores e plugues que atravancam seu ambiente.

O alimentador do notebook é um, o do celular é diferente, o do tocador de música digital um terceiro. Para conectar a câmera a seu computador, você usa um cabo, outro para ligá-la à rede elétrica. E onde você guarda tudo isso? E, na hora de pegar, qual é qual?

Isso para ficar só no básico. Se você gosta de vídeo, tem ainda a câmera; se pratica algum esporte, há outros aparelhinhos que precisam falar com o micro e também ser alimentados na rede elétrica.

Como todos têm o tal padrão USB, seria legal que você tivesse apenas um cabo universal, servindo em todos, você não acha?

Mas daí entra a necessidade de cada empresa de se diferenciar, além de supostos fatores técnicos.

O certo é que, para entrar na rede mundial de computadores e aproveitar as delícias do mundo virtual em sua plenitude, você acaba enredado em fios reais, concretos e enlouquecedores.
Rodolfo Lucena

Fujitsu e HTC lançam PCs ultramóveis menores que notebooks



PC ultramóvel FujitsuU8240, que vem com Windows Vista
Já o HTC Advantage, computador ultramóvel que traz diversos recursos de smartphone

Há quem diga que os UMPCs (computadores ultramóveis) sejam uma solução em busca de um problema. Meio-termo entre os smartphones e os notebooks, esses micros superleves sofrem com poder de processamento reduzido em relação aos laptops tradicionais, bateria que dura muito pouco e teclado pequeno demais para trabalhar por várias horas.
Apesar de o segmento ter sido praticamente ignorado pelos consumidores até agora, as fabricantes continuam lançando modelos de UMPC, principalmente na Ásia.

Na semana passada, a Fujitsu, a HTC e a Wibrain mostraram novidades ultraportáteis.

A Fujitsu, com seu U8240, aposta na volta do Tablet PC, formato que também não pegou. O computador tem teclado completo, mas a tela sensível gira para permitir que seja usada também com caneta.

Do tamanho de um palmtop avantajado, o UMPC utiliza Windows XP ou Vista, tem processador Intel de 800 MHz, até 1 Gbyte de memória e até 40 Gbytes de disco rígido.
A tela do Fujitsu U8240 tem resolução de 1.024x600 pixels e o computador pesa só 580 gramas. O modelo é vendido nos Estados Unidos por a partir de US$ 1.599.
HTC

Já o HTC Advantage é vendido como smartphone, mas seu tamanho e o fato de seu teclado ser grande o fazem se aproximar mais de um UMPC.

O aparelho emprega o Windows Mobile 6, sistema operacional usado principalmente em celulares, mas tem um teclado que não é feito para a digitação com os polegares e sim para ser apoiado em uma superfície.
O Advantage conta com extras característicos de celular, como câmera de 3 Mpixels, GPS integrado e entrada para cartões miniSD.

Além disso, o aparelho acessa a internet via HDSPA, rede de dados GSM ou Wi-Fi.

Como notebook, porém, a configuração deixa a desejar: o disco rígido é de só 8 Gbytes e a memória, de 128 Mbytes.

O HTC Advantage está à venda nos EUA por US$ 849.

Wibrain

A marca sul-coreana Wibrain vai lançar em setembro o B1, um UMPC voltado a negócios. A aposta da empresa é na conectividade, e o computador pode se ligar à internet via rede de dados GSM, GPRS ou EDGE, além de HDSPA e Wi-Fi.

Com tela sensível de 4,8 polegadas, o B1 tem o teclado dividido em dois, em ambos os lados da tela, para facilitar a digitação com os polegares. O computador conta ainda câmera de 0,3 Mpixel.

O UMPC da Wibrain tem processador de até 1,6 GHz, até 1 Gbyte de memória e disco rígido de até 80 Gbytes. O computador custará o equivalente a US$ 650 na Coréia do Sul.

Mercado

Apesar dos lançamentos que prometem desempenho cada vez melhor, mesmo as projeções mais otimistas a respeito dos UMPCs mostram que eles não devem se tornar um hit.

Segundo previsões da empresa de pesquisa In-Stat, as vendas de UMPCs devem chegar a 7,8 milhões de unidades em 2011. Já as vendas de notebooks devem ser de 148 milhões de unidades em 2009, segundo previsão da empresa de pesquisa IDC.

A consultoria Gartner afirmou, em março do ano passado, que os UMPCs ainda não estavam prontos para serem sucessos de vendas. Os problemas que a empresa apontou, como a falta de bateria com mais de oito horas de duração e preços abaixo de US$ 400, persistem, mais de um ano depois.

A Gartner também disse em seu relatório sobre o segmento que é necessário um sistema operacional mais apropriado ao hardware dos UMPCs, que hoje rodam com Windows XP ou Vista.

A empresa prevê que as vendas dos computadores ultraportáteis não devam chegar aos milhões de unidades até pelo menos 2009.

Empresa mostra menor PC do mundo











Menor PC do mundo pesa apenas 454 gramas
Veja as imagens e acessórios.

A empresa OQO anuncia seu modelo O2, o menor PC do mundo, segundo a fabricante, com versão completa do Windows Vista. Equipado com processador de alto desempenho, o O2 pesa só 454 gramas e tem HD de até 120 GB.

O dispositivo, que mede apenas 14,2 x 8,4 x 2,6 cm conta ainda com teclado QWERTY, 1 GB de memória RAM , tela de de 5 polegadas e resolução 800×480 pixels. O modelo 02 oferece configurações com opções como suporte ao padrão de transmissão em alta velocidade em ambientes móveis "EVDO Rev. A", com taxas de transferência de dados de até 1,4 Mbps e maior velocidade de entrada com menor latência.

Nos Estados Unidos, o UMPC (ultra mobile PC) da OQO pode ser comprador por US$ 1.549,99, no site da Amazon.

CCE e Sony lançam modelos de notebook no Brasil



Notebooks LEVPD10, da CCE, e Vaio VGN-TZ15AN, da Sony, recém-lançados no Brasil

A CCE, conhecida pela fabricação de aparelhos eletrônicos de baixo custo, está investindo no mundo da informática, oferecendo máquinas de boa configuração a preços esforçáveis.

É o caso do notebook LEVPD 10, com processador de núcleo duplo Intel Core 2 Duo e 1 Gbyte de memória RAM que está sendo vendido no Brasil por R$ 2.999.

Por um preço ainda duro, porém, com um LCD de 14,1 polegadas cuja definição deixa a desejar. O conteúdo é exibido em cores pouco vivas, dando a impressão de que há uma espécie de névoa envolvendo as imagens, atrapalhando a visão.

Apesar de os recursos da máquina garantirem boa performance, conteúdos como filmes e jogos em 3D saem prejudicados pela qualidade inferior da tela. Por isso, se o objetivo é usar o portátil para executar funções multimídia, a compra deve ser bem analisada.
O peso do portátil é outro ponto negativo: são quase dois quilos e meio recheando uma carcaça de design simples, o que dá um aspecto de muito peso ao aparelho.
Pequeno, Vaio parece um caderno .

A linha Vaio, da Sony, é uma das mais cobiçadas entre as de laptops luxuosos. A dobradinha de alto desempenho e design sedutor se repete nos modelos recém-chegados ao Brasil. Entre as novidades, estão a linha Colors, com portáteis nas cores azul, vermelha, rosa, branca e preta, e o VGN-TZ15AN/B, testado pela Folha.

Com um LCD de 11,1 polegadas, ele é um dos mais compactos do mercado, com todas as vantagens e desvantagens que isso representa.

Entre as vantagens, ele é extremamente fácil de ser transportado: cabe até numa bolsa feminina. Pesa 1,2 kg e mede 27,7x19,8x2,98 cm, assemelhando-se às dimensões de um caderno universitário. No quesito desvantagens, fica o desconforto em usá-lo por muito tempo.

O teclado enxuto faz com que as mãos do usuário quase se toquem enquanto digitam, o que é particularmente incômodo para quem tem dedos longos. As dimensões reduzidas do mousepad também podem tornar o uso do cursor cansativo.

Voltado para o mundo multimídia, ele traz a função Instant Mode, que permite tocar DVDs e CDs e reproduzir músicas e fotos digitais sem que seja necessário iniciar o Windows. O recurso, que dá bastante agilidade ao portátil, não é novidade: já estava presente no antecessor VGN-TXN15BP, também testado pela Folha, em outubro do ano passado.

O novo modelo, porém, tem câmera e microfone integrados e também oferece leitor biométrico.

A Sony promete 7,5 horas de bateria, mas o marcador pode confundir o usuário. Quando ligado, o ícone indicava que o notebook ainda agüentaria funcionar por mais 7,4 horas. Minutos depois, a informação mudou radicalmente: faltava pouco mais de uma hora antes de ser preciso recarregá-lo.

Outro problema é que, por ser extremamente compacto, o notebook esquenta com grande facilidade, impossibilitando o usuário de usá-lo no colo.

CCE LEVPD10
Chip: Intel Core 2 Duo
Memória RAM: 1 Gbyte
Disco rígido: 120 Gbytes
LCD: 14,1 polegadas
Sistema: Windows Vista Home Premium
Peso: 2,4 kg
Preço: R$ 2.999

Vaio VGN-TZ15AN
Chip: Intel Core 2 Duo
Memória RAM: 1 Gbyte
Disco rígido: 100 Gbytes
LCD: 11,1 polegadas
Sistema: Windows Vista Business
Peso: 1,2 kg
Preço: R$ 10.999

Vem aí novos chips da Intel e AMD: em versões de 8 e até 3 núcleos


Os processadores de núcleo duplo já são coisa do passado, e o futuro, que começa a chegar nos próximos meses, se consolida em 2008. Intel e AMD, as principais fabricantes de chips do mundo, anunciaram novas gerações de processadores.

A aposta da AMD é a linha Phenom, que chega ainda neste ano em uma versão de quatro núcleos e, em 2008, terá uma edição de três núcleos, rompendo a lógica de uma evolução que se dava em números pares.

Neste mês, a fabricante já havia lançado o Barcelona, codinome de uma versão de quatro núcleos da linha Opteron. Mas, com velocidade de 2 GHz, ele desapontou a indústria.

IDF

Já a Intel fez do IDF, encontro realizado na semana passada, em San Francisco, o palco para anunciar um chip de oito núcleos, o Nehalem, com estréia prometida para 2008.

As novidades, porém, já começam neste ano, com a chegada, em novembro, da arquitetura Penrym, baseada em um padrão de 45 nanômetros, no lugar dos 65 nanômetros atuais. A evolução segue em 2009, quando a Intel promete lançar um sistema ainda mais enxuto, de 32 nanômetros.Mais isso ainda é pouco para o que tem debaixo dos panos, chips de até 80 núcleos já foram descbertos e a desova tem que ser gradual ano que vem de 4 núcleos depois de 8 depois de 16 e assim sucessivamente.É esperar para ver.