A fundadora da China Mobile, maior operadora de redes sem fio do país, irá iniciar os testes de um padrão novo de rede sem fio de terceira geração, o TD-SCDMA, em oito cidades em 1o de abril, afirmou a mídia estatal chinesa nesta sexta-feira.
Os testes comerciais ajudarão a aperfeiçoar a tecnologia TD-SCDMA, bem como oferecer melhores serviços móveis durante os Jogos Olímpicos de Pequim, segundo a agência de notícias estatal Xinhua publicou em seu site (www.xinhuanet.com).
Os testes ajudarão ainda a elevar a maturidade do setor de telecomunicações na China e aperfeiçoar a competitividade do setor 3G no país, acrescentou a Xinhua.
As oito cidades escolhidas para os testes são Pequim, Xangai, Tianjin, Shenyang, Shenzhen, Guangzhou, Xiamen e Qinhuangdao.
A notícia impulsionou altas nas ações do setor de telecomunicações no país, por expectativa de aumento de investimentos no segmento em decorrência da chegada do novo padrão.
A emissora oficial CCTV havia afirmado no início do mês que o novo padrão 3G, desenvolvido inteiramente dentro do país, parecia pronto para uso comercial nos Jogos Olímpicos depois que todos os testes ocorreram sem problemas.
A China prometeu oferecer qualidade de rede banda larga via aparelhos móveis para visitantes durante as Olimpíadas, mas o lançamento das licenças 3G foi adiado.
Pequim conduziu os testes pré-comerciais de seu padrão TD-SCDMA em dez cidades, incluindo as que irão sediar eventos olímpicos.
Analistas esperam ainda que padrões W-CDMA e CDMA2000 melhores construídos para rede 3G sejam lançados na China juntamente com o padrão TD-SCDMA, apesar da data exata ainda não ser conhecida.
(Reportagem de Sophie Taylor)
Reuters
sábado, 29 de março de 2008
China estréia em abril tecnologia 3G própria



A China Mobile vai iniciar em abril os testes comerciais da rede 3G, com tecnologia própria, no padrão TD-SCDMA.
Os testes serão realizados em oito cidades da China, a partir do dia 1 de abril. Serão oferecidos gratuitamente 20 mil celulares compatíveis com a tecnologia. Haverá também aparelhos à venda.
O lançamento da 3G na China foi adiado porque o governo queria desenvolver sua própria tecnologia para evitar o pagamento de royalties para companhias que detém patentes de padrões utilizado na 3G.
A China Mobile está atrasada: tinha planos de começar a operar no primeiro semestre, com cobertura em 300 cidades, antes das Olimpíadas Por Kátia Arima da Info
Fabricante promete celular com bateria que dura 666 dias

Uma invenção um tanto ‘inacreditável’ que vem da China: um celular que pode ficar sem ser recarregado na tomada por mais de dois anos. Mais precisamente, 666 dias - alguns blogs americanos dizem até que o número tem a ver com o segredo ‘infernal’ de tanta autonomia. Além disso, o aparelho tem câmera de 1,3 MP, tocador de MP3, Bluetooth, e outras funções comuns aos aparelhos atuais.
A loja responsável pela distribuição do telefone jura que não há pacto com o diabo: no lugar da bateria comum, o aparelho conta com uma ’super bateria’ de 32,800mAh. Para ficar dois anos sem ligar o celular na tomada, basta desembolsar US$ 128. Será possível? Uma tecnologia tão revolucionária assim, por esse preço? G1
quarta-feira, 12 de março de 2008
O Objetivo dos blogs
Em todos os meus blogs, vou procurar destacar o mais interessante em cada área, aqui destaco alguns links nas quais poderemos desfrutar de informações de diversos blogs ou sites, a melhor idéia é o conhecimento a ajuda entre o universo online e isso vai ser objetivado aqui, se alguém souber de algum site de informática ou tecnologia que deva ser destacado favor me informar que eu colocarei aqui, obrigado e desfrutem da informação gratuíta.kvowster blogs
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008
Pirataria 2
O incrível é que nas cidades Brasileiras já tem centenas de lojas que vendem cd´s e dvd´s piratas o preço é 3 dvd´s por R$10 reais e nada é feito.Todos veêm e ninguém vê.A Cada dia mais e mais pontos são alugados para estes fim, lojinhas e mais lojinhas são abertas, muitas locadoras estão fechando as suas portas, um absurdo sem fim.
Pirataria 1
Justiça de SP condena homem por vender CDs piratas dos Beatles pela rede:
A Justiça de São Paulo condenou um analista de sistemas por utilizar a internet para vender álbuns piratas dos Beatles. Segundo a APCM (Associação Antipirataria Cinema e Música), é a primeira vez que alguém é condenado por esse tipo de crime no país.
De acordo com informações do processo, o acusado usava um site para vender CDs com músicas dos Beatles em formato MP3. As encomendas negociadas na rede eram entregues pelo Correio, após depósito bancário. Entre janeiro e julho de 2003, ele teria feito 140 entregas desses produtos, a preços entre R$ 10 e R$ 20 por unidade.
Em razão disso, um juiz da 18º Vara Criminal de São Paulo condenou o analista de sistemas a um ano e oito meses de prisão e mais 16 dias-multa. Ele ainda pode recorrer da decisão.
Conforme a APCM, há pelo menos outros 70 processos semelhantes tramitando na Justiça no país. Para Ygor Valério, gerente de anti-pirataria na internet da entidade, coibir esse tipo de venda é importante, mesmo que atualmente a prática tenha perdido espaço para o download direto de músicas.
"No Brasil a internet ainda não é tão disseminada. Fazer downloads aqui não é como lá fora. A negociação de produtos piratas pela rede ainda é um mercado bom, lucrativo e bastante comum", afirma Valério.
Entretanto, dados indicam que o mercado de internet no país cresce de maneira forte. Segundo o Ibope/Netratings, o país tem 21,4 milhões de usuários ativos de internet e os brasileiros são os campeões em tempo de uso da rede: em novembro do ano passado, foram 23 horas e quatro minutos mensais.
O processo foi aberto em 2003, após investigações feitas pela delegacia especializada em crimes eletrônicos do Deic (Departamento de Investigações sobre Crime Organizado), em São Paulo.
A Justiça de São Paulo condenou um analista de sistemas por utilizar a internet para vender álbuns piratas dos Beatles. Segundo a APCM (Associação Antipirataria Cinema e Música), é a primeira vez que alguém é condenado por esse tipo de crime no país.
De acordo com informações do processo, o acusado usava um site para vender CDs com músicas dos Beatles em formato MP3. As encomendas negociadas na rede eram entregues pelo Correio, após depósito bancário. Entre janeiro e julho de 2003, ele teria feito 140 entregas desses produtos, a preços entre R$ 10 e R$ 20 por unidade.
Em razão disso, um juiz da 18º Vara Criminal de São Paulo condenou o analista de sistemas a um ano e oito meses de prisão e mais 16 dias-multa. Ele ainda pode recorrer da decisão.
Conforme a APCM, há pelo menos outros 70 processos semelhantes tramitando na Justiça no país. Para Ygor Valério, gerente de anti-pirataria na internet da entidade, coibir esse tipo de venda é importante, mesmo que atualmente a prática tenha perdido espaço para o download direto de músicas.
"No Brasil a internet ainda não é tão disseminada. Fazer downloads aqui não é como lá fora. A negociação de produtos piratas pela rede ainda é um mercado bom, lucrativo e bastante comum", afirma Valério.
Entretanto, dados indicam que o mercado de internet no país cresce de maneira forte. Segundo o Ibope/Netratings, o país tem 21,4 milhões de usuários ativos de internet e os brasileiros são os campeões em tempo de uso da rede: em novembro do ano passado, foram 23 horas e quatro minutos mensais.
O processo foi aberto em 2003, após investigações feitas pela delegacia especializada em crimes eletrônicos do Deic (Departamento de Investigações sobre Crime Organizado), em São Paulo.
terça-feira, 19 de fevereiro de 2008
Blu-Ray Vence a Batalha com o HD-DVD

Atsutoshi Nishida, presidente-executivo da Toshiba, fez o anúncio em entrevista coletiva




Não concordo o que muitos sites dizem que foi esperado a vitória do Blu-Ray sobre o HD-DVD (resumindo a guerra é entre a Sony contra a Toshiba), há alguns anos anteriores ninguém poderia afirmar quem seria o vencedor, mais no último ano a vantagem do Blu-Ray passou a se tornar mais evidente nesta guerra de alta definição.Veja o que está sendo publicado no mundo hoje sobre o assunto:
Toshiba anuncia oficialmente que vai deixar de investir na tecnologia HD-DVD
HD DVD foi criado pela Toshiba e NEC, enquanto o rival Blu-Ray é obra da Sony, com o apoio da Matsushita e da Sharp
Valor Online
SÃO PAULO - A Toshiba, como já era esperado, confirmou hoje que vai abandonar os investimentos na tecnologia HD-DVD. A empresa, maior promotora desse sistema, anunciou que vai deixar de desenvolver, fabricar e vender produtos dessa tecnologia. Essa decisão vale tanto para os aparelhos de vídeo de alta definição como para os leitores para desktops e consoles de vídeogames.
A companhia afirmou, contudo, que vai continuar avaliando a possibilidade de utilizar o HD-DVD em notebooks. Além disso, se comprometeu a estocar quantidades significativas de discos para gravação e, assim, poder atender à demanda dos consumidores que já adquiriram aparelhos que usam esse sistema.
No total, segundo a Toshiba, foram vendidos cerca de 730 mil aparelhos reprodutores e gravadores HD-DVD em todo o mundo. Apenas nos EUA, foram vendidos 600 mil unidades, sendo 300 mil para uso no console Xbox 360, da Microsoft, parceira no desenvolvimento do HD-DVD. Outros 100 mil foram vendidos na Europa e 30 mil no Japão.
Em nota, a empresa afirma que a decisão foi tomada seguindo grandes mudanças recentes no mercado. Na verdade, a tecnologia não suportou a concorrência com o sistema Blu-ray, desenvolvido pela rival japonesa Sony.
Avaliamos cuidadosamente o impacto de longo prazo de se continuar com a chamada 'guerra do formato (de vídeo) de nova geração' e concluímos que uma decisão rápida ajudaria mais no desenvolvimento do mercado, disse o presidente e executivo-chefe da Toshiba, Atsutoshi Nishida.
Segundo a empresa, o envio de reprodutores e gravadores HD-DVD será reduzido gradualmente para as empresas varejistas, com a intenção de tirar a tecnologia totalmente do mercado até o final de março.
Embora a decisão de desistir do HD-DVD seja um reconhecimento de derrota em relação à tecnologia da Sony, Nishida afirmou em entrevista coletiva hoje que a companhia não tem planos para desenvolver produtos no sistema Blu-ray. Ele informou, ainda, que não há planos para o desenvolvimento de uma outra tecnologia de alta definição diferente tanto do HD-DVD quanto do Blu-ray no momento.
Toshiba abandona oficialmente tecnologia HD DVD
A Toshiba abandonou hoje de maneira oficial a fabricação e o desenvolvimento de produtos com a tecnologia HD DVD, embora vá seguir oferecendo serviços pós-venda aos clientes que tenham adquirido material relacionado com este formato.
A Toshiba perde assim a guerra dos DVDs de alta definição para o grupo de empresas liderado pela Sony, cujos produtos adotam o sistema Blu-ray.
Com a decisão da japonesa, o formato Blu-ray assegura a liderança mundial da nova geração do DVD.
"Uma retirada completa do mercado é uma das possibilidades mais baratas", declarou nesta segunda-feira (17) à agência France Presse uma fonte industrial anônima próxima do caso.
Adesões
Os analistas já anunciavam a morte do HD DVD como morto desde que os estúdios Warner, maior vendedor de DVD nos Estados Unidos, anunciaram que só usariam os Blu-Ray.
A lista de usuários exclusivos da Sony só vem aumentando, com a adesão dos estúdios 20th Century Fox, Metro-Goldwyn-Mayer, Disney e Lionsgate.
"Sem o apoio dos distribuidores de filme, os leitores de DVD não são mais que uma caixa vazia", explica Yuichi Ishida, analista da Mizuho Investors Securities.
O HD DVD foi criado pela Toshiba e NEC, enquanto o formato rival Blu-Ray é obra da Sony, com o apoio da Matsushita (marca Panasonic) e Sharp.
Na falta de um entendimento para a criação de um formato comum, os dois rivais decidiram em 2005 que o mercado decidiria a questão, lembrando assim a batalha disputada nos anos 80 pelo formato do videocassete Betamax --apoiado pela Sony-- e o VHS, que saiu vencedor.
Os especialistas atribuem à vitória da Sony a uma atitude muito mais aberta desde as primeiras fases de desenvolvimento do Blu-Ray. Outro ponto a favor foi a implementação do formato, pela Sony, em seu novo videogame PlayStation 3.
Com Efe e France Presse
Pela Reuters:
A Toshiba levantou nesta terça-feira a bandeira branca na guerra pela supremacia no formato dos filmes de alta definição ao abandonar o formato HD DVD. A desistência ocorreu depois que a empresa perdeu apoio de estúdios de cinema e grupos de varejo importantes que optaram pela tecnologia rival Blu-ray, promovida pela Sony .
A decisão da fabricante japonesa de eletrônicos encerra sua batalha com o consórcio comandado pela Sony quanto ao padrão dominante para a próxima geração de discos ópticos, uma disputa que confundiu os consumidores e impediu que o mercado de DVDs domésticos, que movimenta US$ 24 bilhões ao ano, adotasse novas tecnologias mais rapidamente.
A vitória do Blu-ray significa que o consumidor não precisa mais escolher entre formatos rivais incompatíveis, correndo o risco de optar por um equivalente do padrão Betamax no século 21 - tecnologia da Sony para videocassetes que foi derrotada pelo sistema VHS nos anos de 1980.
A Toshiba, que esperava que o HD DVD promovesse o crescimento de suas operações de bens eletrônicos de consumo, anunciou que encerraria suas operações com o formato pelo final do mês que vem. "Foi uma decisão difícil de tomar... mas quando pensamos sobre os problemas que poderíamos causar aos consumidores e aos nossos parceiros, decidimos que não era certo para nós continuar insistindo com uma presença tão pequena", disse Atsutoshi Nishida, presidente-executivo da Toshiba, em entrevista coletiva.
A empresa informou que continuará a fornecer assistência técnica aos aparelhos HD DVD atuais e acrescentou que espera lucro maior no próximo ano fiscal devido ao corte das despesas com a promoção do HD DVD.
A maré se voltou contra o HD DVD depois da deserção da Warner Bros., estúdio controlado pela Time Warner e que optou pelo Blu-ray no mês passado. Grandes grupos de varejo norte-americanos acompanharam essa decisão, entre os quais Wal-Mart, Best Buy e o grupo de locação online de vídeos Netflix . Com isso, os especialistas começaram a escrever o obituário do HD DVD.
Reuters
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